sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Carta aos Motoristas


São João Del Rei, 05 de janeiro de 2012

Olá amigos! Chegou a hora de discutir e pensar melhor sobre nosso comportamento e sobre nossas ações no meio ambiente. Agora é o momento de falar de sustentabilidade e saber o que devemos fazer com uma das “melhores partes” da cidade de São João Del Rei – o Centro.
O Centro da cidade de São João é uma das partes mais importantes. Afinal de contas, há 300 anos os são-joanenses utilizam este espaço para o comércio, festivais, carnaval, movimentos políticos, religiosos, históricos e principalmente para se locomoveram.
Como sabemos, a cidade foi construída em um tempo em que não havia carros, ônibus e veículos tão grandes e pesados como hoje. A sede do município se localiza num grande vale, entre a Serra de São José (leste) e a Serra do Lenheiro (oeste). São João Del Rei está inserida na bacia do Rio Grande, sendo o Rio das Mortes o principal entre os rios que banham a cidade, além do Lenheiros, Rio Elvas,  Rio Carandaí e  Rio das Mortes Pequeno.
Porém, o Rio lenheiros cruza a aparte da cidade que denominamos Centro, ali, várias pontes foram construídas, além de passagens, vielas, ruas, avenidas e adaptações para os novos tipos de veículos que atualmente ali trafegam.
 A cidade sofre atualmente com o excesso de veículos e, nos horários de maior movimento, o transito fica intenso. As principais regiões que mais sofrem com um trânsito caótico são: o centro, bairro Fábricas (Região central), Matosinhos (Zona Leste) e Colônia do Marçal (Zona Norte). Entre tantas dificuldades geográficas e demográficas a cidade de São João Del Rei não poderia ser diferente do resto do país, quando se trata de problemas e violência no trânsito.
           No Brasil, ao contrário dos países desenvolvidos, a quantidade de fatalidades em acidentes de trânsito cresceu. Quem dirige pelas ruas de São João Del Rei, por exemplo, reclama da imprudência dos  motoristas e da falta de sinalização. Outra reclamação é quanto ao fluxo de veículos que tem aumentado a cada ano. Em 2005, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade tinha uma frota de 20.036 veículos, em 2009 esse número era de 29.366. Em 2011, segundo o “Departamento de Trânsito” de São João Del Rei, os números passaram para 34.993, representando um aumento de, 74,65% em seis anos. Conforme dados da assessoria do 2° Pelotão do Corpo de Bombeiros em São João Del Rei, no primeiro semestre de 2009 a corporação registrou 240 acidentes e, no mesmo período em 2011, esse número era de 398.        
          O município está buscando amenizar o problema com a colocação de semáforos em cruzamentos com alto índice de acidentes, entre outras medidas. E você? Já havia pensado nestes problemas de sua cidade? Vamos pensar em nosso comportamento e o quanto podemos modificar nossas ações, para um bom desenvolvimento dentro da cidade em que vivemos.
Muitas vezes ouvimos um ou outro pelas ruas reclamando das providências não tomadas pelas autoridades competentes, e, esquecem das ações individuais, tanto como cidadãos como seres humanos que merecem viver de maneira saudável, agora e nas gerações futuras.  

                                                                       Plínio Rezende




Fontes:


pt.wikipedia.org/wiki/São_João_del-Rei




quarta-feira, 7 de dezembro de 2011


São João del rei 06, de dezembrpo de 2011
À todos "Não Fumantes"

Olá amigo! Esta carta vai pra você, “Amigo Não Fumante”! Poxa que saco. Que inconveniente, e pior, que incoerência. Vamos lá! Fale pra mim! Será que é verdade mesmo que você esta preocupado com minha saúde? Acho que Não. Você está preocupado com seu nariz. Ai que saudade do umbigo! Bem, o que eu quero dizer , é que suas justificativas  para essa luta ridícula contra o tabagismo, não é plausível. O que você está querendo é que todos os ambientes que você estiver esteja do jeito que você quer.
Eu também sei que seu egoísmo é tão grande que você nem pode imaginar que, um dia vai ter que cuidar de uma pessoa doente com cancer. O que você quer é estar muito ocupado com seu nariz no futuro. Pois bem, quer cuidar da minha saúde, da sua e da saúde de todo mundo? Então cadê os manifestos contra os caminhões e carretas que despejam na sua cara aquela fumaça preta, que ameaça todo nosso ecossistema. E o consumo e a poluição, que a moto ou o carro do seu filhinho querido, que, diga-se de passagem, ameaça toda a cidade quando está no trânsito, ele, também esta contribuindo para um ambiente cheio de fumaça, ou até neblina.
Veja como você é gente boa! Vai! Vai brigar coma as  enormes fábricas que poluem nosso ar, e que te explora e ao mesmo tempo,  alimenta  seu consumismo e paga suas contas, Vai... Vai... Vai brigar com eles, pela sua saúde e de sua família. Ora! Ora meu amigo. Não me venha com discursos demagogos. O preconceito e o egoísmo já imperam de mais, quando nós maltratamos nossas mulheres,  índios, negros, homossexuais e todas as minorias. Por favor, não crie mais uma classe desfavorecida.  Já penalizamos de mais os “diferentes” e ainda sim, nossos semelhantes.
Fazer projeto em Brasília para combater o tabagismo é fácil. Quero ver é cuidar do Enem, do nível das escolas públicas, dos hospitais e várias outras deficiências em que todos nós passamos e deixa o Brasil doente.
Por que, então? Não fecham a Souza Cruz? Já sabermos que o imposto em que as fábricas de cigarros pagam para o governo não dá pra custear os doentes brasileiros, que sofrem pelo tabagismo. Então? Ham? Pois bem, caro amigo! Deixe-me morrer em paz , deixe-me com minhas escolhas. Cada coisa no seu lugar, certo? Lugar de beber e fumar é dentro de bar, isso acontece desde que o mundo é mundo, meu bem?
Por favor, seja educado. Não me expulse de lugares públicos. Como se meu   íntimo e legítimo direito de escolha não fosse os mesmos que o seu. Vai... Vai arrumar o que fazer .  Vai... Vai à XXXXXXX que te pariu!!! 
Pronto. Desabafei. Fiquem com Deus, feliz natal e até a próxima. 
                                                                                                                  Plínio Rezende